sábado, agosto 25, 2012
Acima de tudo
sábado, setembro 03, 2011
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segunda-feira, julho 04, 2011
Pensando em nós dois
Buscando um jeito inédito pra falar de amor
E reparei que o tempo passou
Sonhando, pensando, querendo
Meus olhos caçando você
Pensando, sonhando, querendo
Minha boca mirando você
Suficientemente especial
Posso dizer
Que encontrei
A cara metade que sempre busquei
Pra minha boca querer
Um beijo bis
Pela sorte de ter
Alguém como você
Sou feliz
quinta-feira, junho 30, 2011
Penultima página
sábado, junho 18, 2011
SENTIMENTOS
...
sábado, junho 04, 2011
Ser II
Mas dessas românticas incuráveis
Sem pé atrás sabe?
Na primeira tentativa
Fui traída
Na segunda
Hoje em dia nem se pode ser...
quinta-feira, junho 02, 2011
Ser
Mas sem nenhum glamour
Fotografo de calça jeans,
Máquina no pescoço.
Na primeira tentativa
Me socaram a cara
Na segunda levaram
a minha objectiva
Hoje em dia nem se pode ser...
sábado, maio 14, 2011
Sonho
Gritava comigo na frente de todos
Que ria das minhas crendices
Me deixava enquanto eu caia e pude ver suas mãos a me empurrar
Eu sonhei que jurava o seu amor a outra mais jovem e mais parecida com os seus ( e no fim nem mesmo sonho era)
Desconfiava das minhas atitudes e quebrava tudo, quebrava nosso lar
Não olhava mais em meus olhos, e me levava pra cama de forma mecânica sem afagos e beijos
Sonhei que me batia, tapas, socos e pontapés e chorava compulsivamente ao ver meu sangue em suas mãos. Sem saber que minha alma já jorrava entre seus dedos a muito.
Me culpava pelo esboço de casal que nos obrigamos a ser.
E por sua covardia...
Ao acordar ao seu lado da cama vazio
Me senti feliz pela primeira vez:
Por você não ter se subjugado a mim. Por ter partido antes de partirmos...
sexta-feira, maio 06, 2011
Saudade
Florbela Espanca
domingo, maio 01, 2011
AMOR NÃO BASTA!
Após o caos interno sem estrela bailarina, hoje sou o inverso daquela... Aprendi algo que contradiz toda a minha essência até agora:
AMOR NÃO BASTA!
PS: Sim é preciso gritar...
segunda-feira, janeiro 17, 2011
FIM DE SEMANA
A dor é sufocante
Cada passo de uma vez, cada suspiro de uma vez
E a respiração começa a acelerar, descompassar
É tão difícil se recompor, nascer de novo
Existir, reexistir, resistir
É possível?
Se ao menos viver fosse só de segunda à sexta...
quinta-feira, janeiro 06, 2011
Ainda gosto dela
Hoje acordei sem lembrar
Se vivi ou se sonhei
Você aqui nesse lugar
Que eu ainda não deixei
Vou ficar?
Quanto tempo
Vou esperar
E eu não sei o que vou fazer não
Sua foto não tirei
Como tirei pra dançar
Alguém que avistei
Tempo atrás
Esse tempo está
Lá trás
E eu não tenho mais o que fazer, não...
Mas ela já não gosta tanto assim
A porta ainda está aberta
Mas da janela já não entra luz
E eu ainda penso nela
Mas ela já não pensa mais em mim
Em mim não...
Refletido na areia
Aqui na frente desse mar
Sua boca eu beijei
Vou ficar
Só com ela eu
Quis ficar
E agora ela me deixou
Eu ainda gosto dela
Mas ela já não gosta tanto assim
A porta ainda está aberta
Mas da janela já não entra luz
E eu ainda penso nela
Mas ela já não pensa mais em mim
Eu vou deixar a porta aberta
Pra que ela entre e traga a sua luz...
Hoje acordei sem lembrar
Se vivi ou se sonhei
Você aqui nesse lugar
Que eu ainda não deixei
Vou ficar?
Quanto tempo
Vou esperar
E eu não sei o que vou fazer, não...
Eu ainda gosto dela
Mas ela já não gosta tanto assim
A porta ainda está aberta
Mas da janela já não entra luz
Mas ela já não pensa mais em mim
Eu vou deixar a porta aberta
Pra que ela entre e traga a sua luz...
Skank
terça-feira, novembro 23, 2010
O Brazil não conhece o Brasil (Parte I)
“Quando se pergunta aos estrangeiros o que lhes vêm à cabeça
quando pensam no Brasil, a imagem de um garoto armado
calçando chinelos de dedo não fica atrás das piruetas dos jogadores
de futebol e das dançarinas do carnaval
em seus biquínis enfeitados com lantejoulas.”
The Economist (Revista Britânica)
É comum vermos a imagem do Brasil, no exterior, ser associada à violência (tráfico de drogas, assassinatos, seqüestro, prostituição infantil...). É claro que em todos os países existem, pouco ou muito, dessa violência, mas a visão do estrangeiro é que aqui tudo é liberado, permitido. Dentre os inúmeros adjetivos o Brasil também é conhecido, internacionalmente, como o país da impunidade.
A nossa realidade social é exportada em forma de arte (filmes, novelas e músicas). No mundo capitalista em que estamos inseridos produzimos o que vendemos, e infelizmente o mercado internacional, para o Brasil, está limitado à temática da violência, carnaval e futebol.
Como agravante temos vários casos de turistas mortos no país, mas se pararmos pra pensar brasileiros também são mortos diariamente no exterior, que diga Jean Charles- emigrante brasileiro assassinado no metrô de Londres pelos policiais do país- fatalidades acontecem até nos países mais “civilizados”.
Pesquisas apontam que o principal motivo que muitos viajantes evitam vir ao Brasil, é justamente a insegurança. As empresas de turismo fermentam esse medo aconselhando aos clientes o máximo de cuidado ao saírem às ruas, cuidados esses que deveríamos ter em qualquer viagem independente do destino escolhido. É claro que o país está longe de ser seguro, mas qual país é?
O Brasil tem muitos problemas sociais que agravaram a questão da violência em um curto espaço de tempo. Porém também temos belezas naturais, um povo único e inúmeras outras características positivas que suplantariam essa onda de insegurança, se fossem colocados em evidência pelos estrangeiros, mas principalmente, pelos formadores de opinião do nosso próprio país.
domingo, outubro 31, 2010
Dimensione
Os meus pés em carne viva cansados de te procurar, me dê seus braços, me dê um abraço. Me deixe repousar uma vez mais...
Não me negue a ultima lágrima, deixe que ela passeie pelo seu rosto e se perca nos seus lábios outrora tão beijados...
Então enfim esqueça meus beijos, meus pés, minhas dores, meu sorriso, minhas lágrimas, meu amor (Ah! meu amor), minha vida e morte...
Deixe-me repousar
"Eu preciso muito muito de você eu quero muito muito você aqui de vez em quando nem que seja muito de vez em quando você nem precisa trazer maçãs nem perguntar se estou melhor você não precisa trazer nada só você mesmo você nem precisa dizer alguma coisa no telefone basta ligar e eu fico ouvindo o seu silêncio juro como não peço mais que o seu silêncio do outro lado da linha ou do outro lado da porta ou do outro lado do muro.Mas eu preciso muito muito de você."
Caio F
Sabe, já faz tempo
Que eu queria te falar
Das coisas que trago no peito
Saudade, já não sei se é
A palavra certa para usar
Ainda lembro do seu jeito
Não te trago ouro
Porque ele não entra no céu
E nenhuma riqueza deste mundo
Não te trago flores
Porque elas secam e caem ao chão
Te trago os meus versos simples
Mas que fiz de coração
domingo, outubro 17, 2010
PALPITE
Tô com saudade de você
Debaixo do meu cobertor
E te arrancar suspiros
Fazer amor
Tô com saudade de você
Na varanda em noite quente
E o arrepio frio
Que dá na gente
Truque do desejo
Guardo na boca
O gosto do beijo...
Eu sinto a falta de você
Me sinto só
E aí!
Será que você volta?
Tudo à minha volta
É triste
E aí!
O amor pode acontecer
De novo prá você
Palpite!...
Tô com saudade de você
Do nosso banho de chuva
Do calor na minha pele
Da língua tua
Tô com saudade de você
Censurando o meu vestido
As juras de amor
Ao pé do ouvido
Truque do desejo
Guardo na boca
O gosto do beijo...
Eu sinto a falta de você
Me sinto só
E aí!
Será que você volta?
Tudo à minha volta
É triste
E aí!
O amor pode acontecer
De novo prá você
Palpite!...
SOLIDÃO II
Todo mundo olha quando a gente tropeça
Alguns tentando segurar o risinho de escárnio
Outros com ar de falsa preocupação
Eu já tropecei
Até já cai e me machuquei
Mas não havia ninguém pra rir ou se preocupar
Ainda que por escárnio ou falsidade
...
SINCERAMENTE
Me perdi por aí e vi tanto mal que quis voltar
Na volta eu vi tanto mal que não soube mais aonde ir
Sinceramente, eu nem sai do lugar...
Grito de Alerta
Primeiro você me azucrina
Me entorta a cabeça
Me bota na boca
Um gosto amargo de fel...
Depois
Vem chorando desculpas
Assim meio pedindo
Querendo ganhar
Um bocado de mel...
Não vê que então eu me rasgo
Engasgo, engulo
Reflito e estendo a mão
E assim nossa vida
É um rio secando
As pedras cortando
E eu vou perguntando:
Até quando?...
São tantas coisinhas miúdas
Roendo, comendo
Arrasando aos poucos
Com o nosso ideal
São frases perdidas num mundo
De gritos e gestos
Num jogo de culpa
Que faz tanto mal...
Não quero a razão
Pois eu sei
O quanto estou errado
E o quanto já fiz destruir
Só sinto no ar o momento
Em que o copo está cheio
E que já não dá mais
Pra engolir...
Nosso caso
É uma porta entreaberta
E eu busquei
A palavra mais certa
Vê se entende
O meu grito de alerta
Veja bem!
É o amor agitando o meu coração
Há um lado carente
Dizendo que sim
E essa vida dá gente
Gritando que não...
Gonzaguinha

